Decorreu hoje em Seide a evangelização sobre a utilização da Web 2.0 – ferramentas, tecnologias, atitudes – nas bibliotecas.
Os serviços das bibliotecas podem ser repensados a partir desta filosofia da biblioteca 2.0. Nada será como dantes, nem serviços prestados, nem relação biblioteca-utilizador, nem os perfis dos profissionais.
As tecnologias já aí estão, só falta modernizar as atitudes, posturas e conhecimentos dos profissionais da informação. Os utilizadores sempre estiveram nas bibliotecas, agora é preciso criar canais para eles participarem, construírem e partilharem conteúdos.
Cito Michael Casey que no seu blogue LibraryCrunch criou e fixou o conceito biblioteca 2.0:

“A Biblioteca 2.0 é um modelo de funcionamento que permite que as bibliotecas respondam rapidamente às necessidades do mercado. Isto não significa que abandonemos os nossos utilizadores actuais ou a nossa missão. É uma filosofia de mudança rápida, de estruturas de organização flexiveis, de ferramentas novas da Web 2.0, e da participação do utilizador que colocará a biblioteca numa posição muito mais forte, que resolve com eficácia as necessidades de uma população de utilizadores maior.”

Luísa Alvim | Vogal de Formação Conselho Directivo Regional Norte BAD