Caros leitores,

Tal como vos prometi aqui estou eu e a minha Bagagem. Do seu interior retiro uma ideia vinda directamente dos Estados Unidos da América, através da Editora Running Press com o objectivo de promover a leitura junto de públicos verdadeiramente renitentes a este acto. Então no que consiste?

Inspirados por temáticas como o dia dos namorados, o dia da dança, da mãe, entre tantos outros, a editora lançou no mercado umas “caixinhas” para a promoção da leitura. Estas “caixinhas” são compostas por:

– Ideias originais para surpreender;

– Pequenos brindes relativos à temática; e ainda…

– Um mini-livro com curiosidades relativas à temática.

Achei esta ideia fantástica!

Caros mediadores da leitura, estão a imaginar, por exemplo, o impacto que estas “caixinhas” poderão ter junto dos adolescentes? E dos jovens adultos? E já pensaram que ainda podem melhorar esta ideia acrescentando ao conjunto algumas sugestões de leitura sobre a temática?

Sim, pois já sei no que está a pensar…. Onde vamos buscar o dinheiro para isto? Basta usar a imaginação. As “caixinhas” poderão ser envelopes coloridos, chamativos, sedutores. Mas se o orçamento for mesmo, mesmo reduzido, porque não elaborar cartões com as ideias e sugestões de leitura. E será que não há mesmo uns euros para os brindes?

Seja como for, o importante é a forma como se apresenta e dispõe este produto na biblioteca. Recorramos ao marketing e à filosofia dos hipermercados: exposição dos materiais logo à entrada, numa vitrina, com uma moldura atractiva ao produto. No caso das bibliotecas escolares, porque não espalhar pela escola cartazes sugestivos, instigando a curiosidade do jovem para vir à biblioteca escolar conhecer a novidade?

É claro que se trata de uma estratégia de animação, já que tem uma grande componente folclórica e lúdica, no entanto merece ser destacada pelos resultados práticos que podem ser alcançados.

Por hoje fecho aqui a bagagem, e se resolver aproveitar esta sugestão, tenha a gentileza de nos contar como o fez e quais os efeitos que daí sobrevieram.

Um abraço e até para a semana!

Teresa Silveira

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