Matiné das Duas

Alguma poesia sobre algum cinema
 
Recitais nos dias 1, 2 e 3 de Julho
Às 21h30
Na Casa Rolão, em Braga

 
Matiné das Duas é o mais recente plenário que o Sindicato de Poesia apresenta, desta vez na Casa Rolão (Avenida Central, 122), nos dias 1, 2 e 3 de Julho, sempre às 21h30.

Com Matiné das Duas, o Sindicato retoma o projecto de fazer, performativamente, pensamento sobre as diferentes linguagens artísticas, numa espécie de convocatória das musas menores, numa ordem aleatória. Há uns anos foi a música e as Sonoridades de Jorge de Sena (que um dia destes retomaremos); no ano passado com Ekphrasis e a Pintura (plenário reposto recentemente – quase um ano depois de estreado – no Museu Nogueira da Silva e, antes, no Museu Martins Sarmento, em Guimarães); e agora esta reflexão sobre o Cinema chamada Matiné das Duas.

Com uma estrutura muito linear, o Sindicato propõe ao seu público um recital onde alguma poesia sobre cinema verbaliza o quanto importam alguns filmes, alguns actores, algumas bandas sonoras, algumas imagens, algumas frases, alguns olhares, alguns planos, algumas stills. Pequenos filmes darão corpo a um rosário de tantos poemas, que serão ponto de partida e de chegada do recital.
No meio (ou à volta), os sons, as canções que alimentaram a nossa imaginação, que nos abriram horizontes para além da sala escurecida onde tudo acontecia e nos ligaram de forma irresistível aos filmes a que assistimos, e que formarão – qual frankenstein sonoro – uma espécie de banda sonora tocada ao vivo, um gesto que iluminará os tantos ambientes cinematográficos convocados.
Numa canção especial (essencial) se deterá a nossa atenção: ássicos ássicos. O cantautor João Loio, a partir de uma letra de José Topa, construiu o cimento que liga todas as peças.
Norma Jean, (ou Marilyn, como era conhecida), fará o resto.
 
selecção de textos e direcção:
antónio durães
 
composição vídeo e operação:
vânia gonçalves
 
canção original (estreia mundial):
joão loio (música) e josé topa (letra)
 
band’idos (ao vivo):
maria joão barreto (piano e voz),
pedro guimarães (guitarra e bandolim)
joão figueiredo (baixo)
 
cartaz:
luís mestre
 
fotografia:
manuel correia
 
poemas ditos por:
ana gabriela macedo,
fernando coelho,
gaspar machado,
joão figueiredo,
luis barroso,
luísa fontoura,
manuela martinez,
marta catarino.
 
Uma produção do sindicato de poesia (em colaboração com a auaufeiomau) com o apoio da rádio universitária do minho e do museu nogueira da silva e a cumplicidade da livraria centésima página.