acção de formação
19 a 20 Novembro
formadora: Alexandra Sofia Pereira da Costa
na Delegação Regional Norte BAD | no Arquivo Distrital do Porto
acção de formação
19 a 20 Novembro
formadora: Alexandra Sofia Pereira da Costa
na Delegação Regional Norte BAD | no Arquivo Distrital do Porto
A Universidade do Minho vai organizar a 26 e 27 de Novembro de 2009 a 4ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento (Open Access) que terá lugar em Braga.
Na sequência do sucesso das conferências anteriores (realizadas em Maio de 2005, Novembro de 2006 e Dezembro 2008), a 4ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento visa aprofundar o conhecimento, a reflexão, o debate e a troca de experiências sobre o Acesso Livre.
Para mais informações, consulte o sítio Internet da Conferência
Desde sempre que tudo me é leitura. As pautas musicais que leio para tocar piano, as imagens que copio de algum blogue artístico, os filmes que visualizo na web, os fabulosos links que nos levam a mundos maravilhosos e os livros de poesia, que dizem que são os mais acérrimos inimigos dos bibliotecários!
Mas não é a leitura a razão porque sou profissional da informação!
É uma decisão social de transformação e construção da realidade, uma tentativa de melhorar o mundo para outros puderem colher a informação e se servirem dela para se metamorfosearem, e assim sucessivamente, em reciclagens contínuas e em movimentos circulares, toda a sociedade lucrar com o benefício de cada um, no crescimento da sua humanidade e conhecimento.
Parece uma teoria marxista! Continua a ser uma teoria política e social para me justificar profissionalmente e humanamente. Gosto muito de ler um escritor francês que diz que a grande parte da sua biblioteca está no céu. Uma biblioteca de nuvens. Ora aí está mais uma razão que me fascina.
A razão porque sou profissional da informação também não é espiritual, como poderiam estar a pensar depois da citação anterior. O meu maior problema é que tudo nesta profissão me fascina e assim vou procurando razões para me justificar como pessoa.
Manter vivas as bibliotecas, já conhecem este lema do Viva Biblioteca Viva!
Gosto de o fazer todos os dias, manter vivos todos os que as procuram. Ora aí está outra justificação, de teor biológico!
A justificação não é racional nem lógica. Ainda hoje a justificação que encontro é um lugar de procura.
Vou continuamente procurando saber porque sou.
Luísa Alvim,
que trabalhou e trabalha em bibliotecas maravilhosas e vivas, e que tenta manter sempre um lugar com luz para alguém que chega e precisa de informação.
A Biblioteca Jaime Cortesão do Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas inaugura a 2 Novembro, uma exposição colectiva de pintura, da autoria de vários pintores barcelenses, em associação com a APACI – Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas – jovens e adultos, dos 18 aos 45 anos. Esta exposição é constituída por trabalhos desenvolvidos no Centro de Actividades Ocupacionais, num atelier de pintura em actividade conjunta.
Patente ao público de 2 de Novembro a 30 de Novembro, no horário das 8:30h às 17:45h e das 18:30h às 23:00h, a colectiva de pintura é subordinada ao tema: «Duas Mãos, Um Sentimento».
Óleo s/ tela, dimensões 80 cm x 120 cm (2008)
“Duas mãos: um sentimento” pintores António Cunha e Joana Sousa com a utente Susana Canosa
O projecto “Duas Mãos, Um Sentimento” surgiu essencialmente, da necessidade dos utentes da APACI que frequentam aulas de pintura, contactarem de uma forma mais directa, com os artistas do concelho e de a própria instituição poder mostrar as capacidades artísticas dos seus utentes à comunidade. Os pintores que colaboram com este projecto são: António Cunha, Carlos Basto, Fátima Granja, Filipa Craveiro, Isolete Duarte, Joana Sousa, João Silva, Júlia Andrade, Kevin Picas, Maria Campos, Marisa Oliveira, Nelson Oliveira, Paulo Vilas Boas, Paulo Tarso e Sandra Longras.
Acrílico s/ tela, dimensões 1,60 m x 0,80 m (2008)
“O Galo de Barcelos” pintor Carlos Basto com os utentes Roberto Coelho, Tiago Gomes, Manuel Borges
Acrílico s/ tela, dimensões 1,60 m x 1,20 m (2008)
“Um sentimento em breves momentos únicos e espontâneos” pintora Júlia Andrade com os utentes Anabela Borges, Carlos Gabriel, Fernanda Reis, Sónia Maria.
Esta iniciativa para além enfatizar a importância da Biblioteca Escolar na comunidade educativa e alargá-la ao público em geral, implementa um ciclo de actividades de animação e divulgação deste espaço-recurso, que visam valorizar o talento artístico, estimular o sentido estético nos alunos, despertar talentos na área da pintura, educar para a leitura de obras e educar para a diferença e para a integração.
Mais informações sobre marcações de visitas à exposição contactar Luísa Lamas, através de 962874323 ou luisalamas@gmail.com.
Costumo dizer aos amigos… que sou uma felizarda porque tenho uma profissão que tem tudo a ver comigo e com os meus interesses: vivo no meio dos livros, dos filmes ou pesquisando informação na Internet… e contacto diáriamente com dezenas de pessoas, com interesses diferentes… e da diversidade nasce o conhecimento. Acrescente-se que todos nós já quisemos mudar o mundo mas a realidade mostrou-nos que isso não passa de uma utopia mas sempre podemos ajudar a mudança do “mundo” à nossa volta. Termino dizendo que esta opção de vida, não nasceu de repente mas pouco a pouco… foi o desaguar de um rio que começou pela arqueologia, pela história, pela aventura… paixões descobertas nos livros lidos nas férias aos 10/11 anos.
Isabel Costa
Responsável pela Biblioteca Municipal de Valença
acção de formação
11 a 13 Novembro
formadores: Adalberto Barreto e Gaspar Matos
na Delegação Regional Norte BAD | no Arquivo Distrital do Porto
Os Serviços de Documentação da Universidade do Minho (SDUM) obtiveram recentemente a certificação de qualidade pela norma ISO 9001:2000 – Sistema de Gestão da Qualidade.
Os serviços que gerem as bibliotecas da Universidade do Minho (UM) com esta certificação visam uma monitorização constante dos seus processos de trabalho, com vista à melhoria contínua e a uma maior motivação e confiança nas práticas que desenvolvem, e desse modo potenciar a satisfação em todas as bibliotecas da UM.
A certificação agora obtida pelos SDUM é também o reconhecimento por parte de uma entidade externa e independente de que os serviços cumprem normas legais e regulamentares de forma eficaz, paralelamente a implementação da norma ISO 9001 nos SDUM marca também pioneirismo ao nível das bibliotecas universitárias portuguesas.
A concretização do Sistema de Gestão da Qualidade dos SDUM, pretendeu promover sinergias sistemáticas entre os processos de gestão, processos de suporte à operação, processos de realização e processos de análise, com o objectivo de melhoria contínua e prática sustentada.
A implementação da norma ISO 9001 nos SDUM baseou-se na metodologia Balanced Scorecard com a qual se identificou a necessidade de redefinir o plano estratégico dos SDUM, um plano que define os objectivos estratégicos e os respectivos indicadores de desempenho dos SDUM.
A certificação obtida pelos SDUM é o resultado do culminar de um processo interno de introspecção sobre o trabalho desenvolvido nos SDUM e dota as bibliotecas da UM com ferramentas que permitem a correcção e melhorias dinâmicas.
6 Novembro
formador: Isabel Costa
Workshop graciosamente oferecida pelo elemento da Direcção Regional BAD Norte, assim como o espaço da formação cedido gratuitamente pela instituição mencionada.
na Faculdade de Filosofia| Braga
Há chamamentos a que não se consegue resistir…
E hoje sendo uma técnica superior da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e uma Bibliotecária realizada isso não é a prova de que há chamamentos a que não se deve dizer não?
Boa sorte na continuidade do trabalho.
Irene Alves
Como uma química se tornou bibliotecária?
Estava de chegada ao Porto e sonhava exercer actividade profissional na área da Química Orgânica. Licenciara-me em Química, na Universidade de Lisboa, e o meu mundo era o das equações, dos tubos de ensaio, das provetas e dos Erlenmeyers. As minhas aspirações profissionais situavam-se entre o trabalho e a investigação no laboratório.
Estávamos no Inverno, fazia frio, e eu percorria em passo rápido os longos corredores do edifício secular da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, quando escutei um chamamento vindo de um gabinete:
- Luiza, entre! – convidou-me um professor. – Sei que chegou há pouco tempo de Lisboa e ainda não está a trabalhar. Temos aqui um novo projecto! Precisamos de informatizar a biblioteca do Departamento de Química. Será que está disponível? Está aqui uma edição das ?Regras Portuguesas de Catalogação?, ora veja! Fiquei embaraçada. Tinha estudado tanto, noites a fio a tentar entender cálculos, fórmulas, teoremas e teorias de eminentes prémios Nobel e agora não sabia o que eram as ?Regras Portuguesas de Catalogação?. Folheei o livro, estava curiosa. Ainda me senti mais confusa.
- Então, que me diz? Tenho um financiamento para automatizar o catálogo da biblioteca com o programa Mini-Micro CDS/ISIS, é uma parceria com a Biblioteca Nacional ? afirmou o professor com entusiasmo.
No meu íntimo continuava confusa. Mas era um bom desafio. Afinal o que eu tinha aprendido no meu curso superior, era a estudar! Pois então, continuaria a estudar e a descobrir ?o apaixonante mundo das Bibliotecas e das Ciências da Informação.
Luiza Baptista Melo
Bolseira da FCT |Universidade de Évora
Técnica Superior |Faculdade de Ciências |Universidade do Porto